19 de novembro de 2006

Aprender a Amar: tão simples.. mas tão difícil!

Se posso dizer a outrem, "Amo-te", devo ser capaz de dizer: "Amo-te em todos, através de ti amo o mundo, amo-me a mim mesmo em ti"

Erich Fromm in A Arte de Amar

Será por isto que dizemos tão poucas vezes que amamos alguém? Porque não conseguimos ver no outro aquilo que não vemos em nós próprios? Ou será por não encontrarmos pontos de simbiose com o outro? Por que será que, no caso do amor erótico, há quem espere e desespere pela pessoa adequada para dizer algo que é tão comummente banalizado? Será por não querer banalizar um sentimento tão sublime, ou pelo simples medo de transcender aquilo que realmente sentimos? Será por não querermos "enganar" o outro(a) ou porque temos medo de chegar ao fim dos dias tendo amado muitos(as), mas não tendo amado nenhum(a)?

Somos frequentemente fonte e destino de ideias como "É fácil beijar, difícil é sentir." ou "Há palavras que se dizem no silêncio de um olhar." ou ainda aquelas frases feitas que se aplicam a todas as áreas da vida: "Se não tentares, não saberás." ... Por quais destas ideias nos deixamos dominar? E porquê? E será que não resguardamos os nossos medos por trás de teorias falíveis que tentamos aceitar?


...................................................... Dava uma boa dissertação!..........................................................

À venda em qualquer livraria que se preze!


"...O amor é um cuidado activo pela vida e pelo crescimento daquilo que amamos (...) O cuidado e a preocupação apontam para outro aspecto do amor: o da responsabilidade (...) No amor entre dois adultos, a responsabilidade diz respeito sobretudo às necessidades psicológicas da outra pessoa (...) Amar alguém não é só um sentimento forte, é uma decisão, é uma sentença, é uma promessa. Se o amor fosse apenas um sentimento, não haveria fundamento para a promessa de se amar para sempre. Um sentimento surge e pode subitamente desaparecer..."
Erich Fromm, in A Teoria do Amor

17 de novembro de 2006

Hoje tô feliz!!!



Embora não hajam grandes motivos para isso!

15 de novembro de 2006

A Prece do Silêncio

PAI,
Que hoje eu possa saber fazer silêncio!
Que os mauspensamentos se calem
e que os meus ouvidos sejam surdos
para más palavra se maledicências.
Que os meus olhos possam apenas
ver o BEM em todas as coisas por
pior que elas pareçam.
Que o meu ego se emudeça e se afaste
dos julgamentos e condenações.
Que a minha alma se expanda e
tenha compaixão por todos os seres vivos.
Que em meu silêncio eu veja que há tempo
para fazer preces pelos que já foram.
Que eu consiga perceber cada recado Teu
através das Tuas criações.
Que eu compreenda que a Tua voz é a
única que me sopra a Verdade
nas 24 horas dos meus dias.
Que eu ouça em cada minúsculo ser
a grandeza da Tua obra.
Que eu perceba nessa Grandeza
o quanto és desprovido
de orgulho.
PAI,
que hoje eu possa saber fazer silêncio.
Que eu saiba calar na hora exacta,
e nessa hora lembrar-me de observar
que na música da Vida só prevalece a
Tua arte...
... e que no meio dequalquer som
Tu soarás sempre mais alto
e jamais hás-de calar-Te

(Silvia Schmidt)

Embriaga-te em Deus!


Embriaga-te!
Deves andar sempre bêbado.
É a única solução.
Para não desapareceres
sob o tremendo fardo do tempo que te pesa sobre os ombros
e te verga ao encontro da terra,deves embriagar-te sem cessar.
Com vinho, com poesia, ou com DEUS!
Escolhe tu, mas embriaga-te…
E se, alguma vez,nos degraus de uma escada,
sobre as ervas verdes de um campo,
na solidão morna do teu quarto,
tu acordares com a embriaguez atenuada
e te sentires quase tão sóbrio como todos os sóbrios,
então, pergunta ao vento, à onda, à estrela, à ave,
pergunta a tudo o que passou,a tudo o que murmura,
a tudo o que gira, a tudo o que canta, a tudo o que fala;
pergunta-lhe que horas são…
E se escutares com atenção,
se encostares o ouvido ao lado de dentro de tudo o que faz barulho,
tudo te responderá:
- “São horas de te embriagares.
Para não seres como os escravos martirizados
do tempo e das existências sem sentido,
embriaga-te sem descanso.
Com vinho, com poesia, ou com DEUS!
Escolhe tu, mas embriaga-te…"
Baudelaire (adaptado)

11 de novembro de 2006

Dia de S.Martinho

Num dia tempestuoso ia São Martinho, valoroso soldado, montado no seu cavalo, quando viu um mendigo quase nu, tremendo de frio, que lhe estendia a mão suplicante e gelada. S. Martinho não hesitou: parou o cavalo, poisou a sua mão carinhosamente na do pobre e, em seguida, com a espada cortou ao meio a sua capa de militar, dando metade ao mendigo. E, apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, preparava-se para continuar o seu caminho, cheio de felicidade. Mas, subitamente, a tempestade desfez-se, o céu ficou límpido e um sol deslumbrante inundou a terra de luz e calor. Diz-se que Deus, para que não se apagasse da memória dos homens o acto de bondade praticado pelo Santo, todos os anos, nessa mesma época, cessa por alguns dias o tempo frio e o céu e a terra sorriem com a benção dum sol quente e miraculoso.

E é verdade, depois de uma semana horrorosa teve sol! E houve amigos!!! E houve amizades a formarem-se e outras a reforçarem-se... E depois de uma semana sentada a ouvir professores chatos, houve exercício físico! E houve ataques de parvoíce! Chegamos a tempo de comer duas castanhas! E houve a vontade de repetir... ;D E há amigos, pessoas que nos fazem sentir que a vida vale a pena ;)) E que há muito mais para viver.. de preferência convosco!

Para mais informações acerca de S. Martinho, visitem: http://www.leme.pt/biografias/m/martinho.html

9 de novembro de 2006

Há pequenos nadas.. que se tornam tudo! Pense nisto*


"Um agricultor ganhava, ano após ano, o troféu: Milho do Ano. Um repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava boa parte das melhores sementes da sua plantação de milho com os seus vizinhos:
- Como pode o senhor compartilhar as suas melhores sementes com os seus vizinhos, quando eles estão a competir directamente com o senhor?
O fazendeiro respondeu:

- O vento apanha o pólen do milho maduro e o leva de campo para campo. Se eu quiser cultivar milho bom, eu tenho que ajudá-los a cultivar o melhor milho, cedendo-lhes as melhores sementes.
Aqueles que escolhem ser felizes devem fazer com que seus vizinhos também sejam felizes. Tudo nesta vida é interligado. Um mundo melhor começa quando distribuimos o que temos de melhor. "


Conto Budista
Pequenos gestos do dia a dia.
Gestos que se enraizam em nós.
Porque é ao dar felicidade, que se recebe.
Dedicar algum tempo àqueles que precisam de nós,
em vez de olharmos para os nossos umbigos...
Talvez, quando voltemos a olhar para o nosso umbigo,
ele se tenha tornado mais belo!
Estar atento às necessidades dos que nos rodeiam...
Áqueles que buscam o nosso ombro e aos que não sabem pedir ajuda..
Aos que fazem parte das nossas vidas e àqueles que se cruzam connosco.
Aos que precisam de nós embora não saibam ou ainda não tenham percebido.
Porque não há ninguém que seja capaz de recusar amor!
Há pequenos nadas, pequenas atitudes que fazem os outros
mais felizes. São, apenas, pequenas sementes.
Crescem.. E podem vir a criar grandes raízes.
Sementes da alma. Geram sentimentos essenciais à vida.

Sementes de felicidade! Porque há pequenos nadas que são tudo!

6 de novembro de 2006

Sempre outro, mas sempre o mesmo!


Tu tens um medo: Acabar.
Não vês que acabas todo o dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo o dia.
No amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres medo de morrer.

E então serás eterno.


Cecília Meireles

1 de novembro de 2006

Dia de Fiéis Defuntos

O dia dos fiéis defuntos, dia dos mortos ou dia de finados é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de Novembro, logo a seguir ao dia de Todos-os-Santos. A Tradição da Igreja sempre exortou a seus fiéis para que possam, neste dia especialmente, estar venerando a memória de seus entes queridos já falecidos. Neste sentido, para a doutrina católica é fundamental a idéia de comunhão que deve haver entre os membros do Corpo Místico de Cristo, isto é, todos os fiéis cristãos acreditam que estão em comunhão com o Cristo ressuscitado e que a vivência desta comunhão expressa a todas as pessoas, a presença viva e atraente de Jesus Cristo. Esta comunhão envolve e abraça a todos os cristãos, vivos e defuntos. Isto porque, Cristo ressuscitado desvenda ao ser humano o seu destino final. A morte não tem a última palavra. Para os cristãos católicos romanos, a fé é uma resposta à ansiedade diante do mistério da morte. Neste dia muitos fiéis costumam visitar os cemitérios para rezar e venerar a memória daqueles que já partiram. O sentimento de saudade é inevitável. Contudo, os cristãos procuram testemunhar uma esperança confiante, apesar do sofrimento gerado pela separação de seus entes queridos. Finalmente, eis a grande esperança celebrada no dia de finados: Que os falecidos já tenham encontrado a vida verdadeira junto de Deus. Enquanto não chega a hora do reencontro, somos capazes de estar em comunhão com os falecidos estando em comunhão com Cristo.

Solenidade do Dia de Todos os Santos

História

O dia de Todos-os-Santos foi instituído com o objetivo de suprir quaisquer faltas dos fiéis em recordar os santos nas celebrações das festas ao longo do ano. Esta tradição de recordar (fazer memória) os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nelas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma. Posteriormente tornou-se habitual erigirem-se igrejas e basílicas dedicadas em sua memória nesses mesmos locais.
O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deveu-se ao facto frequente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também devido ao intercâmbio e partilha das festividades entre as dioceses/eparquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos. A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que se tornou impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registo (Século IV) de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no domingo seguinte ao de Pentecostes, tradição que se mantém nas igrejas orientais.
Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo. Inicialmente apenas mártires (com a inclusão de São João Baptista), depressa se deu grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não terem sido mortos. O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida a Deus e assim a designação "todos os santos" visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados (processo regularizado, iniciado no Século V, para o apuramento da heroicidade de vida cristã de alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de beato ou santo, e pelo qual se institui um dia e o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com referência especial na missa).

Solenidade do Dia de Todos os Santos (parte 2)

Intenção catequética da festividade

Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética desta celebração que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para o seguir e ser santo, à imagem de Deus, a imagem em que foi originalmente criada e para a qual deve continuar a caminhar em amor. Isto não só faz ver que existem santos vivos (não apenas os do passado) e que cada pessoa o pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós. O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da "vocação universal à santidade", tema renovado com grande ênfase no Segundo Concílio do Vaticano.
Nesta celebração, o povo católico é conduzido à contemplação do que, por exemplo, dizia o Cardeal John Henry Newman (Venerável ainda não canonizado): não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de melhoramentos, mas sim rebeldes pecadores que devem render-se, aceitando a vida com Deus, e realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.

Solenidade do Dia de Todos os Santos (parte 3)

Citações do Catecismo da Igreja Católica

957. A comunhão com os santos. «Não é só por causa do seu exemplo que veneramos a memória dos bem-aventurados, mas ainda mais para que a união de toda a Igreja no Espírito aumente com o exercício da caridade fraterna. Pois, assim como a comunhão cristã entre os cristãos ainda peregrinos nos aproxima mais de Cristo, assim também a comunhão com os santos nos une a Cristo, de quem procedem, como de fonte e Cabeça, toda a graça e a própria vida do Povo de Deus».

«A Cristo, nós O adoramos, porque Ele é o Filho de Deus;
quanto aos mártires, nós os amamos como a discípulos e imitadores do Senhor;
e isso é justo, por causa da sua devoção incomparável para com o seu Rei e Mestre.
Assim nós possamos também ser seus companheiros e condiscípulos!».

Martyrum sancti Polycarpi 17, 3: SC 10bis, 232 (FUNK 1, 336).

1173. Quando a Igreja, no ciclo anual, faz memória dos mártires e dos outros santos, «proclama o mistério pascal» realizado naqueles homens e mulheres que «sofreram com Cristo e com Ele foram glorificados, propõe aos fiéis os seus exemplos, que a todos atraem ao Pai por Cristo, e implora, pelos seus méritos, os benefícios de Deus».
2013. «Os cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade». Todos são chamados à santidade: «Sede perfeitos, como o vosso Pai celeste é perfeito» (Mt 5, 48):
«Para alcançar esta perfeição, empreguem os fiéis as forças recebidas segundo a medida em que Cristo as dá, a fim de que [...] obedecendo em tudo à vontade do Pai, se consagrem com toda a alma à glória do Senhor e ao serviço do próximo. Assim crescerá em frutos abundantes a santidade do povo de Deus, como patentemente se manifesta na história da Igreja, com a vida de tantos santos»

Dia de Todos os Santos

1° de novembro

Ao comemorar a memória de todos os santos, a Igreja hoje diz: “Alegremo-nos no Senhor ao celebrar esta festa em honra a todos os santos, em cuja solenidade se alegram os anjos e louvam com eles o Filho de Deus”.
Essa celebração teve origem no Oriente no século IV. Várias foram as razões para realizar essa festa: resgatar a lembrança daqueles cujos nomes foram omitidos por falta de documentos e que somente são conhecidos por Deus; alcançar, por sua intercessão, as graças de que necessitamos e ter sempre presentes esses modelos de conduta, a fim de imitá-los.
Com sua pureza e elevação moral, os santos realizam no mundo o ideal divino; eles, em seu conjunto, formam a porção mais seleta da família de Deus e do reino de Cristo.

Ó Senhor Deus,

Vós nos revelastes que somente são felizes aqueles que têm a alma de pobre; os humildes; os que buscam a paz e os que trabalham pela justiça. Fazei que imitemos a virtude alcançada por esses irmãos e irmãs hoje celebrados pela Santa Igreja.
Amém. Santos e Santas de Deus, rogai por nós.

29 de outubro de 2006

Somos sonho!


Pelo sonho é que vamos
Comovidos e mudos
Chegamos? Não chegamos
Haja ou não haja frutos,
Pelo sonho é que vamos
Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
Que talvez não teremos
Basta que a alma demos,
Com a mesma alegria,
Ao que desconhecemos
E ao que é do dia a dia.

Chegamos? Não chegamos?

Partimos. Vamos. Somos!

Sebastião da Gama

28 de outubro de 2006

O sonho sustenta a vida!

Estou aqui devido a um erro — não nesta cadeia especificamente — mas em todo este mundo terrível, às riscas; um mundo que parece não um mau exemplo de amadorismo, mas que é, na realidade, horror, calamidade, loucura, erro, e vede, o achado raro, intrigante, mata o turista, o gigantesco urso esculpido abate o seu martelo de madeira sobre mim. E no entanto, desde a mais tenra infância, tive sonhos... Nos meus sonhos, o mundo tinha nobreza, espiritualidade; as pessoas que em estado de vigília tanto temia nele apareciam numa refracção fremente, como se estivessem embebidas, envoltas nessa vibração de luz que em tempo de calor confere vida aos próprios contornos dos objectos; as suas vozes, os seus passos, as expressões dos seus olhos e mesmo das suas roupas adquiriam um significado comovente; em termos mais simples, nos meus sonhos o mundo ganhava vida, tornando-se tão captivantemente majestático, livre e etéreo que depois era opressivo respirar a poeira dessa vida decalcada. Mas também há muito que me afiz à ideia de que aquilo a que chamamos sonhos é uma semi-realidade, uma promessa de realidade, um vislumbre e um bafo, ou seja, os sonhos contêm, num estado diluído, muito vago, mais realidade genuína do que o nosso decantado estado de vigília que, por sua vez, é um semi-sono, uma modorra maligna na qual penetram, grotescamente deformados, os sons e as imagens do mundo real, fluindo para lá dos limites da consciência, como quando se ouve durante o sono um conto horrorosamente insidioso porque o ramo duma árvore está a arranhar uma vidraça, ou nos vemos a afundar-nos na neve porque o lençol está a escorregar. Mas como receio acordar!

Vladimir Nabokov, in Convite para uma Decapitação

27 de outubro de 2006

Festas em Honra de Santa Iria


Olá. Gostaria de informar e convidar todos os visitantes do Blog a visitarem a aldeia de Santa Iria (Serpa), neste fim de semana em que se realizam as Festas em Honra de Santa Iria.

Principais destaques:

Sábado (28/10): 21h- Procissão de velas em Honra de Santa Iria

Domingo (29/10): 15h- Eucaristia seguida de Procissão em Honra de Santa Iria

(Para quem visitar Santa Iria neste fim-de-semana e não me conhecer, eu sou o acólito nas procissões e Eucaristia) :P

Apareçam

Um forte abraço e que SANTA IRIA vos proteja

Problema resolvido

Olá visitantes. Parece que houve um pequeno problema no Blog mas que parece ja estar resolvido. Pedimos imensa desculpa pelos dias em que não estivemos no ar.

QUE JESUS DE NAZARÉ VOS PROTEJA

24 de outubro de 2006

Be Happy! =)*

Conta-se que, no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo, no Egipto, com o objectivo de visitar um famoso sábio.
O turista ficou surpreendido ao ver que este morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobiliário eram uma cama, uma mesa e um banco.
* Onde estão os seus móveis? - perguntou o turista.
E o sábio, rapidamente, perguntou também:
* E onde estão os seus...?
* Os meus?! - surpreendeu-se o turista - Mas eu estou aqui apenas de passagem!!!!!
* Eu também... - concluiu o sábio.

A vida é somente uma passagem... No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente e esquecem-se de ser felizes.

22 de outubro de 2006

Uma carta para ti

Como estás? Escrevo-te esta carta porque quero dizer-te quanto me preocupo contigo e quão grande é o meu desejo de ajudar-te.
Vi-te ontem co m teus amigos e pensei que talvez quisesses falar-me também a mim.
Esperei todo o dia. Ao entardecer, dei-te um lindo pôr-do-sol para terminar teu dia e uma brisa fresca para teu descanso depois de um dia cansativo e esperei...
Nunca vieste.
Sim, claro doeu-me muito, mas ainda assim te amo e quero ser teu amigo.
Vi-te dormir ontem à noite e quis tocar tua fronte.
Enviei raios de lua que cobriram teu travesseiro e teu rosto para ver se despertavas para falar comigo, mas não! Continuavas em teu sono.
Tenho tantos dons para dar-te. Pouco depois era tarde e fostes apressadamente trabalhar.
Minhas lágrimas misturaram-se a água que caía.
Hoje vejo-te triste, preocupado, só, tão só! Meu coração compreende: meus amigos também me abandonaram e me magoaram, mas eu te amo.
Oh, se ao menos escutasses...

Eu amo-te!
Procuro dizer-te por meio do céu azul e dos verdes campos.
Falo-te ao ouvido através das folhas das árvores e do odor das flores.
Grito nos riachos entre as montanhas.
Dou aos pássaros canto de amor para ti.
Visto-te com o calor do Sol e perfumo para ti o ar com o aroma da natureza.
Meu amor por ti é mais profundo do que o mar, porém maior é meu desejo de falar e caminhar contigo.
Eu sei o quão duro é viver nesta terra.
Realmente o sei e desejo ajudar-te se me deixares somente demonstrá-lo.

Quisera que conhecesses o meu Pai.
Ele deseja ajudar-te também.

Meu Pai é assim.
Logo tu o conhecerás e o amarás tanto quanto a mim.
Chama-me qualquer hora do dia ou da noite, pois eu nunca durmo e sempre te responderei.

Amo-te sejas solteiro, casado, divorciado...
Sejas bom ou mau, eu amo-te.
Pede-me o que queiras, que se for para teu benefício eu te darei.
Fala comigo e desabafa tuas angústias e ansiedades que eu sempre tenho tempo para ti.
Por favor, não esqueças de mim, tenho tanto o que compartilhar contigo...
Quero dar-te tantas coisas.
Já não te incomodarei mais. Sei que tens muito que fazer.
Perdoa-me que te tenha tomado tanto tempo, mas não podia esperar mais sem deixar-te saber que te amo e te espero.

Teu amigo fiel
Jesus de Nazaré

Ninguém chega até nós por acaso!

Se alguém te procurar...
Com frio... É porque tens o cobertor.
Com alegria... É porque tens o sorriso.
Com lágrimas... É porque tens o lenço.
Com versos... É porque tens a música.
Com dor… É porque tens o curativo.
Com palavras... É porque tens a audição.
Com fome... É porque tens o alimento.
Com beijos... É porque tens o mel.
Com dúvidas... É porque tens o caminho.
Com orquestras... É porque tens a festa.
Com desânimo... É porque tens o estímulo.
Com fantasias... É porque tens a realidade.
Com desespero... É porque tens a Serenidade.
Com entusiasmo... É porque tens o brilho.
Com segredos... É porque tens a cumplicidade.
Com tumulto... É porque tens a calma.
Com confiança... É porque tens a força.
Com medo... É porque tens o AMOR!!!!
Ninguém chega até NÓS por acaso.
 

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